Os doces laços!
São de massa folhada, mil folhas e mais mil, recheados de ovos e cobertos de uma fina camada de açúcar que os deixa com um aspecto brilhante delicioso e um paladar único.
Mas não é desses deliciosos laços da doçaria tradicional portuguesa, que fazem as delícias de meninos e meninas de todas as idades, que aqui venho falar hoje. É dos laços que construi no Pinhal das Artes. Os laços da vida que muitas vezes nos esquecemos de viver, do humanismo que tantas vezes esquecemos de partilhar, das relações que nem sempre aceitamos. Mas este fim-de-semana foi diferente. Também éramos massa feita de mil folhas, que aos poucos fomos cobrindo com doces momentos de entrega e partilha, com delicioso momentos de profunda alegria e contentamento, que tantas vezes foram quebrados por gargalhadas puras e lindas de sentir e ouvir. E o sentimento foi crescendo, a vivência ficou mais forte, e no final uma doce, fina e brilhante camada de amizade tomou conta destes laços humanos que criámos. Jamais serei o mesmo Rui Lopes. Fui enriquecido pela partilha com estas dezenas de pessoas maravilhosas que comigo trabalharam num espírito de total entrega e partilha.
Quero aqui agradecer, mais uma vez, a todos quantos comigo se entregaram a este saboroso momento de construção de laços fraternos, que nos enriqueceram e àqueles que procuraram na nossa tenda o conforto físico. Também estes foram enriquecidos com o amor e carinho que acrescentamos em cada pedacinho de fruta, em cada salada, em cada sorriso que partilhámos.
À Isabel Francisco, Olga Eusébio, Lurdes Abreu, Lucília Ferreira, Alcinda Antunes, Paulo Lima, Madalena Neto, Augusto Francisco, Noémia, José Silva, Manuel Francisco, Fátima, Sandra Martins, Marisa Lima, ao meu primo Pedro Alves, ao Pedro dos Parceiros e amigos que prontamente sempre nos ajudaram na tenda. Aos meus queridos alunos Cátia, Carla, Tomé, Hugo e Nuno que foram maravilhosos do primeiro ao último momento. À organização, Natália, Patricia, Rita e Rita Grácio, e particularmente ao Paulo Lameiro, o meu muito obrigado pelo convite.
A todos o meu bem-haja por toda a partilha!
Que a chama da amizade continue a cobrir as nossas vidas de deliciosos momentos de partilha e amizade!
O meu profundo e sentido abraço de agradecimento e amizade!
Rui Lopes 28 de Julho 2009
terça-feira, 28 de Julho de 2009
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Pinhal das Artes no Região de Leiria
Pinhal das Artes 2009 from rleiria on Vimeo.
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SAMP
quarta-feira, 8 de Julho de 2009
No passado fim-de-semana de 3, 4 e 5 de Julho, a SAMP levou as artes ao Pinhal do Rei num evento direccionado em particular para bebés e famílias.O belíssimo local as Árvores em S. Pedro de Moel acolheu mais de 10 mil visitantes que puderam desfrutar em família de mais de uma centena de espectáculos e inúmeras tendas temáticas que contemplavam danças do mundo, canções de embalar, contadores de histórias, yoga e massagem para bebes, tendas de vídeo - arte e instalação multimédia passando pela tenda dos animais e pela horta pedagógica, entre muitas outras, nunca descuidando a preservação da natureza.Todos juntos contribuíram para o enorme sucesso desta edição que já deixa saudades a participantes e organização.
Fotos : Joaquim Dâmaso
Texto: Paulo Lameiro
O esquilo e a bisavó
Fotos : Joaquim Dâmaso
Texto: Paulo Lameiro
O esquilo e a bisavó
Entra-se pinhal adentro e serpenteiam-se arrifes e aceiros até vislumbrar o azul intenso do mar.
O recinto vem ao nosso encontro porque os carros estacionados querem acolher as famílias bem pertinho da estrada principal.
Ninguém se perde quando procura o essencial.
O incómodo da distância a percorrer a pé depressa dá lugar ao prazer da caminhada em família. Vamos olhando o programa e deixando espaço à nossa imaginação para cada uma das tendas que se avizinham. Um rosto simpático acolheu-me com palavras breves sobre este pinhal, o Pinhal das Artes. Vamos celebrar a Arte, a Natureza e o Encontro.
Os olhos teimam em saltar de cor em cor, de espaço em espaço, de criança em criança. Esqueci tudo o que tinha ouvido sobre o Pinhal das Artes, e depressa arrumei no bolso o papel que simpaticamente me ofereceram para descrever o que estava diante dos meus olhos. Um papel…
Os olhos teimam em saltar de cor em cor, de espaço em espaço, de criança em criança. Esqueci tudo o que tinha ouvido sobre o Pinhal das Artes, e depressa arrumei no bolso o papel que simpaticamente me ofereceram para descrever o que estava diante dos meus olhos. Um papel…
Vagueava entre carumas sem saber bem por onde andar, e vieram à memória algumas cenas de um livro que li não me lembro quando. Respirava ainda o ar do recinto quando os pequenos, sempre mais atentos, depressa correm em direcção a um montinho tranquilo de pessoas. Lá fomos. Parecia imaginação, mas eram dois actores músicos, do melhor que vi na vida. Ali na sombra de frondosas acácias, com olhos de criança em todas as muitas idades presentes, sentámo-nos.
Foi o primeiro de muitos pequenos palcos mágicos que borbulhavam numa serena e ampla floresta. Quando pensava que mais nada podia surpreender-nos ali estavamos de novo com os olhos esbugalhados. Que rostos eram aqueles? Que pessoas habitam nesta terra? Estarei a sonhar? De onde saem estes elfos e ninfas que tocam, dançam, pintam, e me envolvem numa dança com meus pais e meu irmão? De madrugada ouviram pássaros, enquanto a noite nos trouxe estrelas e histórias à fogueira.
Carumas que se pisam e transformam em Picassos de minha mãe; Rosmaninho que se bebe e tapetes que se despem; Nascentes que jorram de areia seca e povoam um mercado de sons; Castelos de princesas adormecidas de onde saem fantoches de corpo e alma; Bailes de colheitas entre vídeos de amanhã; Sons do mundo entre panos que embalam; Olhares amigos de quem sabe como choram as crianças por dentro; Para onde vou agora? Apetece-me somente gritar bem alto!
Desci por um caminho amarelo. Bailei ao colo do sorriso de meus pais, e fiz muitos amigos, ali na roda do baile.
Ouvia uns sons estranhos e divertidos de umas árvores pequeninas!Chamavam-lhes didgeridoos e seguramente tinham um poder encantatório. Pais filhos e avós ali se sentavam em roda de uma fogueira que aquecia sem brasas. Ao contrário das brasas da noite, essas sim cheias de um fogo intenso, do qual subiam histórias e cantigas
Bábáué, bábádi bádidu!!!
Estavam muitos bebés ao colo de suas mães
A fragilidade dos seus delicados corpos e balbucios contrastava com os sons ensurdecedores dos motores dos F16 que voaram sobre nós. Eram aviões de combate, dos mais avançados do mundo. Um simpático senhor de barbas disse a meu pai que se tratava de uma comemoração da unidade da Força Aérea sedeada em Monte Real.
Eu sabia que não.
A esquadra de F16 estava ali sobre o Pinhal das Artes para celebrar o canto daquele bebé que levou seus pais, seus 4 avós, e sua bisavó.
E nem a potência máxima dos seus poderosos motores conseguiu calar a voz intensamente doce e amorosa da avó que intercalava o canto de embalo para seu neto com a explicação a sua mãe do que se estava a passar.
A avançada idade da bisavó já só lhe permitia ouvir o bisneto, não conseguindo ouvir os F16 e por isso não percebendo o alarido do grupo que olhava o céu filtrado por carumas e folhas de acácia.
Foi quanto passou o F16 que ao olhar o céu nos demos conta que um esquilo elegante assistia a toda a cena.
O Pinhal das Artes para mim terminou nesse momento.
Uma bisavó que contemplava seu bisneto ao colo de um pai feliz, enquanto todos procuravam o avião que há muito havia cruzado os céus.Só o esquilo saberá contar o resto da história ...
Bábáué, bábádi bádidu!!!
Enquanto as mães vagueavam por memórias intemporais, alguns bebés ficavam esquecidos na contemplação das descobertas mais recentes.
Algumas guitarras recebiam as carícias dos mais novos, outras ancoravam sonhos antigos, as raízes dos nossos pensamentos e das árvores do pinhal.
Não foi um livro que li, foi um sonho que guardo de criança, agora me lembro.
Não foi um livro que li, foi um sonho que guardo de criança, agora me lembro.
Um sonho de um pic-nic como nunca se havia visto no pinhal. O verde das acácias e o vermelho das melancias, muito mais que melancias, muito mais que vermelho.Uma praça de gente madura, e uma mesa com duas famílias tranquilas.
Ao fundo um magote de crianças de mãos molhadas. Procuram a cor das Koi, e pedem aos pais para ir ver o pequeno cavalo branco. De lá trazem uma alface, um punhado de penisco, e a esperança de que estas pequenas sementes de pinheiro possam nascer num vaso lá de casa.
O pai foi andar de bicicleta e levou-me num carrinho muito bonito.
A mãe, que até se angustia com medo de eu me magoar, foi tranquila observar a Fonte da Felícia onde voavam fadas e deixou-nos a sós.
Já cansados de tanta emoção fomos descansar um pouco para a manta.
Sim, a mãe leva sempre uma manta para o pic-nic. Estávamos deitados e ouvia jazz, mais tarde piano e um coro de meninos pequeninos. Tudo ali no pinhal.
Bábáué, bábádi bádidu!!!
Encontrámos muitos amigos que a mãe não esperava ver ali. A
Alguns vinham de muito longe e dormiram no parque de campismo.
Era pertinho para ir a pé, mas os meninos gostavam mais de passear de bicicleta com os pais. Apanhar o ar fresco do pinhal, e ir até ao Farol contemplara força do oceano atlântico. Sim, o mar é mesmo ali pertinho.
Os pais conversavam das férias, e os meninos das brincadeiras.
Os pais conversavam das férias, e os meninos das brincadeiras.
Um dia choveu muito, e foi uma surpresa quando à cor do Pinhal se vieram juntar os cheiros da terra e das folhas secas. Quando chove os sons também mudam. E com os sons as conversas.
No pinhal os meninos conversaram, e as conversas tinham a força das raízes mais poderosas.
Surpresa!
Surpresa!
De um momento para o outro, dos caminhos nasciam centenas de famílias que se juntavam no Palácio do Pinhal. Sim, o Pinhal das Artes tinha um Palácio. Gigante, colorido, bonito, onde nos abrigámos da chuva, onde descansámos, onde ouvimos concertos e vimos peças de teatro.
Mas era um palácio que nos deixava estar ao mesmo tempo a sentir a luz e os sons do pinhal. Nunca tinha visto tantos bebés juntos.
Bebés pequeninos de poucos dias, alguns ainda por nascer, e meninos grandes que contaram e cantaram histórias.
Bebés pequeninos de poucos dias, alguns ainda por nascer, e meninos grandes que contaram e cantaram histórias.
Avós que davam colo aos netos, e filhos que davam colo aos pais.
Só podia estar a sonhar. Que mãos gigantes poderiam estar a fazer este teatro?
Ninguém gritou, ninguém correu, todos conheciam as mesmas músicas.
Bábáué, bábádi bádidu!!!
Molas e papelinhos.
Emoções e memórias que o vento e chuva voltarão a espalhar pelo Pinhal.
Sim, tamanha riqueza que a floresta nos dá não temos o direito de recolher só para nós. Vamos convidar o vento a devolver ao verde mágico que nos acolheu.
Algum esquilo vai precisar de outras histórias para contar aos aviões que passam.
Acabou, mas o sol fica cá dentro.
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quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Um recadinho do nosso Director Artístico- Paulo Lameiro
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S. Pedro de Moel
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
o que diz o nosso amigo Sérgio Gomes da VideoLab
O Projecto Videolab, criado em 2004, é uma associação que tem como objectivo reflectir e criar eventos sobre a imagem vídeo em todas as suas vertentes.
Fomos convidados pelo Paulo Lameiro e pela SAMP para apresentarmos uma proposta para o Pinhal das Artes. Este é um novo desafio para o Projecto Videolab, que nunca teve a oportunidade de criar nenhuma actividade cujo público alvo sejam as crianças.
Este projecto faz todo o sentido para nós, uma vez que vivemos numa procura constante de novos caminhos para a imagem, reflectindo sobre ela em todas as suas vertentes.
Abordar o universo específico da criança é para nós, talvez, o maior desafio que enfrentamos desde a nossa constituição, mas também acreditamos que será uma das nossas mais ricas experiências.
Fomos convidados pelo Paulo Lameiro e pela SAMP para apresentarmos uma proposta para o Pinhal das Artes. Este é um novo desafio para o Projecto Videolab, que nunca teve a oportunidade de criar nenhuma actividade cujo público alvo sejam as crianças.
Este projecto faz todo o sentido para nós, uma vez que vivemos numa procura constante de novos caminhos para a imagem, reflectindo sobre ela em todas as suas vertentes.
Abordar o universo específico da criança é para nós, talvez, o maior desafio que enfrentamos desde a nossa constituição, mas também acreditamos que será uma das nossas mais ricas experiências.
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A equipa inCentea também deixou a sua opinião...
O Pinhal das Artes é uma iniciativa que merece o apoio da inCentea por reconhecermos o seu contributo para o desenvolvimento integral das crianças. Ao colaborarmos nesta iniciativa, estamos a apoiar as famílias na sua missão de educação das crianças de hoje, adultos de amanhã. Estamos certos que o III Pinhal das Artes será uma experiência de fusão da arte com a natureza, enriquecedora e marcante para todos os participantes.
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e a nossa amiga Zélia do Clube do Pano diz...

Desde o dia em que houve uma mãe, e uma necessidade de continuar com os afazeres do dia-a-dia dando colo ao mesmo tempo, houve uma forma de carregar um bebé: ao peito, na anca, às costas. Como diz o ditado, a necessidade é a mãe da invenção. Essa “invenção” era, e nalguns locais ainda é, usualmente um pedaço de tecido típico de cada região, ou simples ou mais elaborado, dependendo das posses, das crenças, e da cultura de cada tribo. No Brasil uma tipóia, em Moçambique uma capulana, na China um mei tai...
As mães das sociedades ocidentais não precisam andar com o filho às costas para trabalhar, no entanto, muitas de nós sentimos essa falta, a falta do que se perde, a falta do coração da nossa cria a bater junto ao nosso, conhecer cada olhar. Carregar o nosso filho, particularmente nos primeiros meses de vida, serve de útero de transição para um bebé que durante nove meses nada conheceu a não ser o espaço fechado do ventre. Se pensarmos no choque que é para um bebé o nascimento, a passagem da escuridão para a luz, do meio aquático para o ar que respira, a sua imaturidade respiratória, cardiovascular... se ouvirmos o que a OMS diz sobre os benefícios da proximidade do bebé de um adulto, a nível respiratório, dos benefícios que traz, da diminuição do síndrome de morte súbita, talvez se ouça mais o instinto que sabe o que fazer: Como diz um provérbio wolof: “As costas da mãe são remédio para um bebé”.
O Clube do pano nasceu em 2005, dois meses após o nascimento do meu filho. Nasceu da necessidade de responder a todas as questões que as pessoas na rua me colocavam, sobre os benefícios ou malefícios de carregar o meu filho daquela forma. Foram essas dúvidas que me fizeram pesquisar, aprender, falar com especialistas. E depois ensinar…
Para mim, que fui mãe pela primeira vez aos 34 anos, tenho a perfeita noção de que o pano modificou o meu modo de pensar sobre a maternidade. Podemos ler todos os livros, ouvir todos os conselhos... Mas todos sabemos que não há um criança igual... Eu aprendi, com a ajuda do pano, que ler os sinais do nosso filho e dar-lhe o que ele precisa é o melhor modo de ser uma boa mãe. Se quer aprender mais sobre o pano, venha ao “Pinhal das Artes” ver como funciona, brincar com o pano, dançar com ele ao som das lindas músicas que por lá se ouvem, e também ao som do coração do seu filho, a bater junto ao seu com o apoio do que alguém chamou, o Pano Mágico...
As mães das sociedades ocidentais não precisam andar com o filho às costas para trabalhar, no entanto, muitas de nós sentimos essa falta, a falta do que se perde, a falta do coração da nossa cria a bater junto ao nosso, conhecer cada olhar. Carregar o nosso filho, particularmente nos primeiros meses de vida, serve de útero de transição para um bebé que durante nove meses nada conheceu a não ser o espaço fechado do ventre. Se pensarmos no choque que é para um bebé o nascimento, a passagem da escuridão para a luz, do meio aquático para o ar que respira, a sua imaturidade respiratória, cardiovascular... se ouvirmos o que a OMS diz sobre os benefícios da proximidade do bebé de um adulto, a nível respiratório, dos benefícios que traz, da diminuição do síndrome de morte súbita, talvez se ouça mais o instinto que sabe o que fazer: Como diz um provérbio wolof: “As costas da mãe são remédio para um bebé”.
O Clube do pano nasceu em 2005, dois meses após o nascimento do meu filho. Nasceu da necessidade de responder a todas as questões que as pessoas na rua me colocavam, sobre os benefícios ou malefícios de carregar o meu filho daquela forma. Foram essas dúvidas que me fizeram pesquisar, aprender, falar com especialistas. E depois ensinar…
Para mim, que fui mãe pela primeira vez aos 34 anos, tenho a perfeita noção de que o pano modificou o meu modo de pensar sobre a maternidade. Podemos ler todos os livros, ouvir todos os conselhos... Mas todos sabemos que não há um criança igual... Eu aprendi, com a ajuda do pano, que ler os sinais do nosso filho e dar-lhe o que ele precisa é o melhor modo de ser uma boa mãe. Se quer aprender mais sobre o pano, venha ao “Pinhal das Artes” ver como funciona, brincar com o pano, dançar com ele ao som das lindas músicas que por lá se ouvem, e também ao som do coração do seu filho, a bater junto ao seu com o apoio do que alguém chamou, o Pano Mágico...
as expectativas de Rui Lopes
o que nos diz o Prof. Rui Lopes...a nossa preciosa ajuda para a tenda do Pic-Nic
A minha participação no projecto Pinhal das Artes surgiu espontaneamente, o que traduz a minha forma de estar em todas as iniciativas deste género. É com esta espontaneidade, e sem criar uma expectativa artificial que parto para este projecto, na certeza de que procurarei dar o meu melhor para o sucesso da iniciativa. Encaro-o como o conheço! Simples, humilde mas com uma enorme amplitude pedagógica, lúdica e um verdadeiro apelo às sensações e emoções. Um misto de aprendizagem e lazer. A par das diferentes temáticas que estão na essência do projecto, espero que os participantes possam encontrar em pleno Pinhal os ingredientes necessários para a partilha de um agradável pic-nic em família, num cenário idilico. Procuraremos criar uma atmosfera natural, que evidencie o valor do alimento em estado bruto, combinado em harmoniosos paladares.
Rui Lopes
A minha participação no projecto Pinhal das Artes surgiu espontaneamente, o que traduz a minha forma de estar em todas as iniciativas deste género. É com esta espontaneidade, e sem criar uma expectativa artificial que parto para este projecto, na certeza de que procurarei dar o meu melhor para o sucesso da iniciativa. Encaro-o como o conheço! Simples, humilde mas com uma enorme amplitude pedagógica, lúdica e um verdadeiro apelo às sensações e emoções. Um misto de aprendizagem e lazer. A par das diferentes temáticas que estão na essência do projecto, espero que os participantes possam encontrar em pleno Pinhal os ingredientes necessários para a partilha de um agradável pic-nic em família, num cenário idilico. Procuraremos criar uma atmosfera natural, que evidencie o valor do alimento em estado bruto, combinado em harmoniosos paladares.
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quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Os vossos testemunhos!
Melhor do que nós falarmos do que aconteceu nas últimas edições, seria termos os vossos testemunhos!
A todos os que participaram nas edições anteriores do Pinhal das Artes, partilhem connosco a vossa experiência!
A todos os que participaram nas edições anteriores do Pinhal das Artes, partilhem connosco a vossa experiência!
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sexta-feira, 15 de Maio de 2009
Vamos ter...
Cegarrega - OS BICHOS
Dois contadores de histórias numa arena de cadeiras, bancos antigos e muitos instrumentos. Muitas histórias dentro de uma história que serve de pretexto para todas as outras. Os contadores aproximam-se do público, cantando e contando que têm visto e ouvido coisas inacreditáveis, dizendo que a bicharada anda “toda trocada, numa balbúrdia pegada”…
Dois contadores de histórias numa arena de cadeiras, bancos antigos e muitos instrumentos. Muitas histórias dentro de uma história que serve de pretexto para todas as outras. Os contadores aproximam-se do público, cantando e contando que têm visto e ouvido coisas inacreditáveis, dizendo que a bicharada anda “toda trocada, numa balbúrdia pegada”…
Com os amigos Ana Sofia Paiva e Ricardo Rocha
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Estamos à vossa espera nestes dias
Este ano o Pinhal das Artes vai acontecer nos dias:
3 de Julho de 2009 – 17h30 às 23h00
4 de Julho de 2009 – Sábado-10h00 às 23h00
5 de Julho de 2009 – Domingo – 10h00 às 19h00
LOCAL
Pinhal do Rei – S. Pedro de Moel
Lugar "As Árvores"
PÚBLICO-ALVO
Famílias com crianças entre os 0 e os 5 anos de idade
OBJECTIVOS
1 – Estimular a fruição e a troca de bens e saberes culturais desde a primeira infância;
2 – Promover o diálogo entre a fruição artística e a natureza;
3 - Oferecer a famílias com bebés um amplo conjunto de actividades artísticas ao ar livre;
4 – Incentivar a criação e produção artística para a primeira infância junto dos profissionais das artes;
5 – Estimular um estilo de vida saudável, o respeito pela arte, pela natureza e pelas outras culturas;
6 – Promover a criatividade e a descoberta da Arte;
3 de Julho de 2009 – 17h30 às 23h00
4 de Julho de 2009 – Sábado-10h00 às 23h00
5 de Julho de 2009 – Domingo – 10h00 às 19h00
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Pinhal do Rei – S. Pedro de Moel
Lugar "As Árvores"
PÚBLICO-ALVO
Famílias com crianças entre os 0 e os 5 anos de idade
OBJECTIVOS
1 – Estimular a fruição e a troca de bens e saberes culturais desde a primeira infância;
2 – Promover o diálogo entre a fruição artística e a natureza;
3 - Oferecer a famílias com bebés um amplo conjunto de actividades artísticas ao ar livre;
4 – Incentivar a criação e produção artística para a primeira infância junto dos profissionais das artes;
5 – Estimular um estilo de vida saudável, o respeito pela arte, pela natureza e pelas outras culturas;
6 – Promover a criatividade e a descoberta da Arte;
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Pinhal das Artes 2009
Os grandes destaques da edição do presente ano colocam-se antes de mais no aumento para 3 dias a duração do evento, numa programação complementar muito ampla, e em serviços substancialmente melhorados. Paralelamente às artes teremos também um desenvolvimento da componente ecológica e de actividades ao ar livre. Neste âmbito deve destacar-se a parceria com a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister, que terá uma forte presença nas suas valências com animais, agricultura e restauração. Também o professor Rui Lopes com a área da restauração, e a empresa ÍnCentea ocupam em 2009 um especial destaque. Para além da Câmara Municipal da Marinha Grande, do Museu Nacional da Floresta, da SIMLIS, da Valorlis, da Matcerâmica, Livraria Arquivo e Jornal de Leiria, Leirizoo, Hospital de Santo André, … parceiros desde o primeiro momento do Pinhal das Artes, juntam-se este ano a Câmara Municipal de Leiria, o Corpo Nacional de Escutas com a Junta Regional e o Agrupamento da Marinha Grande, Tomazzini bicicletas, a Tapada de Mafra,o Parque Biológico de Gaia, entre outros.
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quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Pinhal das Artes 2009
Já estamos a preparar a edição de 2009 do Pinhal das Artes que este ano ancontece a 3,4 e 5 de Julho.
O Local escolhido é de novo o belissímo espaço As Árvores situado no Pinhal do Rei em S. Pedro de Moel.
Marquem já na vossa agenda...
Para mais informações contactar: pinhaldasartes@samp.pt ou 244801685
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Para mais informações contactar:
927891685
O nº fixo da SAMP está temporariamente indisponivel devido às obras na nossa sede.
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Bilhetes para o Pinhal das Artes
BILHETEIRA
Alunos de Berço e familiares directos – entrada livre
Alunos e familiares directos do projecto JARDIM DAS ARTES – 3€ por pessoa
Público geral – 5€ por pessoa
3 Dias para público geral: 9€ por pessoa
3 Dias para alunos e familiares directos do projecto JARDIM DAS ARTES 6€ por pessoa
O valor do bilhete inclui todas as actividades com a excepção dos passeios a cavalo
Entradas limitadas por ordem de chegada a cada uma das tendas temáticas e actividades.
Alunos de Berço e familiares directos – entrada livre
Alunos e familiares directos do projecto JARDIM DAS ARTES – 3€ por pessoa
Público geral – 5€ por pessoa
3 Dias para público geral: 9€ por pessoa
3 Dias para alunos e familiares directos do projecto JARDIM DAS ARTES 6€ por pessoa
O valor do bilhete inclui todas as actividades com a excepção dos passeios a cavalo
Entradas limitadas por ordem de chegada a cada uma das tendas temáticas e actividades.